Cólica forte é normal? Saiba quando a dor merece investigação

  • 25/09/2026
(Foto: Reprodução)
Dor paralisante, idas mensais ao pronto-socorro para tomar medicação na veia, desconforto na relação e a sensação de ter a vida interrompida todos os meses durante o período menstrual. Essa rotina de exaustão é um cenário comum na vida de milhares de mulheres acometidas pela endometriose. A endometriose é uma doença inflamatória crônica caracterizada pelo crescimento de um tecido semelhante ao endométrio fora da cavidade uterina. Estima-se que a condição afete uma em cada 10 mulheres em idade fértil no Brasil, ou seja, mais de sete milhões de brasileiras convivendo com a doença. As pacientes levam, em média, de sete a 10 anos para receber o diagnóstico definitivo no país, segundo a Sociedade Brasileira de Endometriose. Durante esse período de incerteza, a doença pode evoluir silenciosamente para formas mais graves e acometer outros órgãos pélvicos. Quando a dor deixa de ser apenas um desconforto? Um leve incômodo abdominal nos primeiros dias do ciclo pode ser uma resposta fisiológica do útero. Contudo, a dor que incapacita não deve ser encarada como um traço natural do organismo. "No consultório, é comum receber mulheres que conviveram por anos com uma dor incapacitante acreditando que era algo normal. Sintomas como cólicas intensas, dor nas relações sexuais e desconforto ao evacuar podem ser alguns dos primeiros sinais visíveis da endometriose profunda ou de outras afecções pélvicas complexas", explica o cirurgião oncológico com atuação em cirurgia ginecológica e cirurgia de endometriose profunda, Tiago Castilho. Sinais de alerta no corpo: o que observar no seu ciclo Para diferenciar uma cólica comum de um sintoma que exige avaliação especializada, é fundamental prestar atenção ao comportamento da dor ao longo dos meses. Sinais de atenção: Progressão da dor: a cólica se torna mais forte e resistente a cada novo ciclo menstrual. Resistência a medicamentos: remédios e analgésicos comuns já não trazem o alívio que proporcionavam antes. Irradiação do incômodo: a dor deixa de ser apenas no pé da barriga e passa a irradiar para as costas, pernas ou região lombar. Sintomas associados: presença de dor ao evacuar, estufamento abdominal, desconforto ao urinar ou dores nas relações sexuais durante o período menstrual. O caminho da investigação e o tratamento de precisão Identificar a causa exata da dor exige uma escuta clínica detalhada combinada a exames de imagem de alta precisão, como o ultrassom com preparo intestinal e a ressonância magnética pélvica. É importante entender a endometriose além dos sintomas ginecológicos e reconhecer a complexidade da doença, já que o mapeamento correto permite identificar se há o envolvimento de outros órgãos pélvicos. Quando o tratamento cirúrgico é indicado, o foco está na remoção completa dos focos inflamatórios com a preservação anatômica das estruturas afetadas. "Nos casos de maior complexidade pélvica, a cirurgia exige planejamento milimétrico. A utilização de técnicas minimamente invasivas, como a videolaparoscopia e a cirurgia robótica, oferece alta precisão, menor sangramento e uma recuperação mais rápida e menos dolorida para a paciente", pontua o cirurgião. Cuidado integrado para a saúde feminina A experiência do doutor Tiago Castilho no tratamento cirúrgico da endometriose ultrapassa 10 anos de atuação, com foco especial nos casos de maior complexidade pélvica. Ao longo desse período, consolidou domínio técnico em cirurgia minimamente invasiva — da videolaparoscopia à cirurgia robótica — e passou a integrar esse conhecimento a uma abordagem mais ampla de cuidado, estruturada no Programa Cuidado 360º. Investigar as causas da dor e buscar uma avaliação especializada representa o caminho fundamental para interromper a progressão da doença e restabelecer a qualidade de vida. Reconhece esses sinais na sua rotina? Agende uma avaliação com o doutor Tiago Castilho e dê o primeiro passo para investigar a causa da sua dor. Atendimentos em Maringá-PR e online (44) 99169-8161. Tiago Castilho é Cirurgião Oncológico com atuação em Cirurgia Ginecológica e Cirurgia de Endometriose Profunda, mestre e doutor na área, com mais de 10 anos de experiência no tratamento cirúrgico da doença. CRM-PR 22590 | RQE 2911 | RQE 844.

FONTE: https://g1.globo.com/pr/parana/especial-publicitario/clinica-dr-tiago-castilho-endometriose-profunda-dor-e-cirurgia/noticia/2026/09/25/colica-forte-e-normal-saiba-quando-a-dor-merece-investigacao.ghtml


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